domingo, 3 de julho de 2011

2:56, não tenho tempo a perder com derrotados, presunçosos, preguiçosos e acomodados. Em minha existência urge a necessidade da mudança constante, do crescimento a qualquer custo, do cortar a própria carne, fazer uma espécie de sangria e amanhecer melhor! Ser a cada novo instante um pouco melhor da pessoa que fui. Daí, para que conservar cadáveres? Conservo pepinos!

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