Existem seres que, diferente das sábias corujas que mansamente observam, teimam em emitir sons, palpites, que não foram requisitados. Normalmente suas palavras são repletas de absurdos que buscam intimidá-lo e fazer com que se sinta responsável por todos os contratempos que a dimensão do dia lhe impõe.
Esses seres deveriam se espelhar na figura da coruja. Fazer-se colorido, usar um olhar mais sábio e ser parceiro e não oponente mal querido.
segunda-feira, 4 de julho de 2011
domingo, 3 de julho de 2011
2:56, não tenho tempo a perder com derrotados, presunçosos, preguiçosos e acomodados. Em minha existência urge a necessidade da mudança constante, do crescimento a qualquer custo, do cortar a própria carne, fazer uma espécie de sangria e amanhecer melhor! Ser a cada novo instante um pouco melhor da pessoa que fui. Daí, para que conservar cadáveres? Conservo pepinos!
Assinar:
Comentários (Atom)
